INGÊNUO
Composição:
Benedito Lacerda (Benedito Lacerda)
Paulo César Pinheiro (Paulo César Francisco Pinheiro)
Pixinguinha (Alfredo da Rocha Vianna Júnior)
MIDI
1
2
Eu fui ingênuo quando acreditei no amor
Mas pelo menos jamais me entreguei à dor
Chorei o meu choro primeiro
Eu chorei por inteiro pra não mais chorar
E o meu coração permaneceu sereno
Expulsando o veneno pelo meu olhar
Eu procurei me manter como Deus mandou
Sem me vingar, que a vingança não tem valor
E também depois perdoar a quem erra
É ser perdoado na Terra
Sem ter que pedir perdão no céu
Eu não quis resolver, eu não quis recusar
Mas do amor em ruína uma força termina por nos dominar
E depois proteger dos abismos que a vida traçar
Quando o tempo virar o único mal
E a solidão começa a ser fatal
Eu não quis refletir, não
Eu não quis recuar, não
Eu não quis reprimir, não
Eu não quis recear
Porque, contra o bem, nada fiz
Eu só quero algum dia ser feliz
Como eu sou infeliz
[Solo]
Eu fui ingênuo quando acreditei no amor
Mas pelo menos jamais me entreguei à dor
Chorei o meu choro primeiro
Eu chorei por inteiro pra não mais chorar
E o meu coração permaneceu sereno
Expulsando o veneno pelo meu olhar
Eu procurei me manter como Deus mandou
Sem me vingar, que a vingança não tem valor
E também depois perdoar a quem erra
É ser perdoado na Terra
Sem ter que pedir perdão no céu
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